Domínios da subjetividade da mulher
Uma história do corpo social
DOI:
https://doi.org/10.22479/texturav19n2p69_93Palabras clave:
Michel Foucault, Subjetividade, MulherResumen
Esse estudo que aqui desenvolvemos nasceu de inquietações que encontram corpo na existência das mulheres. Ao nos darmos conta e encararmos essas inquietações, foram tomando forma ao nosso redor múltiplas vozes que levaram à percepção de que as singularidades das mulheres estavam deslocadas de uma vivência coletiva, na qual múltiplos corpos relacionam-se, atuando sobre os comos e porquês dos modos de viver. Nesse ato de questionar os comos e porquês das escolhas que não são feitas, desvendamos nossos olhos para a percepção de que as mulheres são muitas. Muitas que não existiam sozinhas. Assim, objetivamos articular os pressupostos teóricos de base foucaultiana para refletir sobre a mulher enquanto sujeito em sua complexidade e heterogeneidade forjada na história, colocando a instrução como exterioridade relevante para a construção dessa subjetividade.
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